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segunda-feira, 31 de março de 2008

Um pouco de Neruda

Me gustas cuando callas porque estás como ausente,
y me oyes desde lejos, y mi voz no te toca.
Parece que los ojos se te hubieran volado
y parece que un beso te cerrara la boca.

Como todas las cosas están llenas de mi alma
emerges de las cosas, llena del alma mía.
Mariposa de sueño, te pareces a mi alma,
y te pareces a la palabra melancolía.

Me gustas cuando callas y estás como distante.
Y estás como quejándote, mariposa en arrullo.
Y me oyes desde lejos, y mi voz no te alcanza:
Déjame que me calle con el silencio tuyo.

Déjame que te hable también con tu silencio
claro como una lámpara, simple como un anillo.
Eres como la noche, callada y constelada.
Tu silencio es de estrella, tan lejano y sencillo.

Me gustas cuando callas porque estás como ausente.
Distante y dolorosa como si hubieras muerto.
Una palabra entonces, una sonrisa bastan.
Y estoy alegre, alegre de que no sea cierto.


segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Jardim

Espero a rua passar
na tarde que fica.

domingo, 25 de novembro de 2007

Noturno


Em
dia

de
chuva
piano e

violino
choram
Chopin


quinta-feira, 22 de novembro de 2007

poemas?

pedaços soltos... fragmentos mentais... jogos verbais ou simplesmente poemas (se podem ser chamados assim):

A noite desce soturna.
Indiferente ao que se passa,
Passo. Disfarço
Sombra e solidão.
Ou será loucura?
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INSÔNIA
Voa o tempo.
Voam as horas.
Silenciosa,
a noite chega.
Então os minutos se a l o n g a m.
E uma hora chega a durar um dia,
uma semana...
Os pensamentos pululam na mente,
até que o corpo, vencido pelo cansaço,
se rende ao mais breve sono.
E, antes que toque o ruidoso relógio,
Desperta-me o desespero.
Belo Horizonte, 19/09/2005

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Longo da Linha
Coqueiros
Aos dois
Aos três
Aos grupos
Altos
Baixos

Oswald de Andrade

Longo da rua
Arranha-céus
Aos dois
Aos três
Aos tantos
Altos, todos.

Lucas Ramos Paiva
visão/versão urbana

outro dia posto outros... (ou não)